sexta-feira, 24 de abril de 2026

A navegar...novamente

 



Setembro de 2014

"Qual filho pródigo o "Memórias e Novidades" (…) reinstala-se no Blogger. Por quanto tempo? Não sei. A vida é feita de mudança (…)"


Abril de 2026

"Como o tempo passa" é uma frase que escutamos, quase, quotidianamente e à qual não conseguimos ser "alheios", pois também a sentimos, muitas, muitas vezes.

Por muito tempo (lá está ele, outra vez: o tempo…) conversei, comigo mesmo, se deveria, ou não, retomar este espaço. Afinal, quem o iniciou, em 2009, não é a mesma pessoa que escreve estas linhas. Outra vez o tempo! 

Ao longo destes dezessete anos o "Memórias e Novidades", acompanhando a evolução do autor, foi mudando de "cor", de "forma de escrever", de "interesses". Não que o meus antigos interesses tenham esmorecido, apenas já não os vejo com os mesmos olhos, não os sinto com o mesmo coração, não os interpreto com o mesmo intelecto. 

Pergunto-me se os possíveis leitores deste "blog" - ainda que seja um formato a cair em desuso - sentirão algum interesse. "Let's wait and see"!

Porque escolhi esta publicação, de 2014, para este (talvez) recomeço? Porque o "Memórias" tem tido muitos intervalos, sem "aparecer" e a citação transcrita na publicação original, tem muito (tudo?) a ver com esta, agora.

Escreveu Fernando Pessoa: "Deus quer, o homem sonha, a obra nasce". Estou certo que (ainda) sonho; não tenho a certeza que "D'us" quer (embora pense que sim) e a "obra" - vamos ver se (re)nasce.

Assim sendo…o "Memórias" está a terminar de aparelhar o navio e prepara-se para desfraldar as velas.

Esperemos que o vento seja propício.


Returning Home





"There is nothing like returning to a place that remains unchanged to find the ways in which you yourself have altered."

Nelson Mandela




O Memórias regressa a casa. Regressa por muitas razões, algumas, certamente, correctas, outras, talvez, nem por isso...a ideia já estava a ser pensada há algum tempo e a decisão foi - finalmente - tomada. Qual filho pródigo o "Memórias e Novidades" - em conjunto com o seu irmão "CT2KET Blog" - reinstala-se no Blogger. Por quanto tempo? Não sei. A vida é feita de mudança, mas, para já, em tempo de Outono, o retorno teria que ser atapetado a verde-escuro, dourado e bordeaux, com um mix de chuva e sol, vento fresco e algum calor. Tal como o sentido, por este pobre escriba, há muitos anos, em Shenandoah...



terça-feira, 15 de maio de 2018




  2018-05-15


      Com autorização do Editor, transcrevo a crónica publicada no Jornal de Belmonte, em Setembro de 2017...


   


"Todos nos recordamos de um filme, ou de um livro, em que o jornalista se encontra em apuros para entregar a sua crónica. Já faltam poucas horas para terminar o prazo de entrega e o nosso herói está completamente desinspirado, ou a ter que resolver uma intrincada trama policial, pondo a sua vida em risco…também sabemos que, quase sempre, o jornalista resolve a situação, salva a rapariga e entrega a sua crónica a tempo!
No meu caso particular não me sinto, ainda, como o jornalista com um prazo de poucas horas, mas, consoante o acordo feito com o Jornal de Belmonte, devo entregar uma crónica esta semana. A questão que se coloca é: escrever sobre o quê?
Naturalmente que ideias e temas não faltam, mas, exactamente por ser a primeira, pergunto-me o que poderá despertar mais interesse nos leitores. Talvez esta crónica – especificamente – seja melhor aproveitada para me “apresentar”…
Nascido em Lisboa, com passagens por vários cantos do mundo, acabei, no meu regresso a Portugal, por me fixar na cidade do Porto, onde vivi perto de trinta anos. Há cerca de um ano e meio tomei a decisão de deixar tudo “para trás” e fixar-me em Belmonte. E porque razão escolhi Belmonte e não a Guarda, ou Faro, ou Bragança? Porque Belmonte é a única vila de Portugal em que existe uma Comunidade Judaica activa e, sendo descente de família Judaica, sentia a enorme vontade (não só vontade: necessidade imperativa) de me reaproximar das minhas raízes, familiares e espirituais.
“Deixar tudo para trás” tem implicações muito fortes, porque foi mesmo “tudo”…mas, a imprescindibilidade de regressar e de conectar com o Divino era superior a qualquer outra amarra que existisse.
Além disso, Belmonte, como o tempo se encarregou de demonstrar é realmente, como há tempos escrevi, “uma terra de baixas temperaturas e calor humano”. Fui muito bem recebido pelas gentes de Belmonte, fui “aceite” e tenho vindo a integrar-me, sem grandes sobressaltos, na vivência quotidiana desta bela vila e do seu povo. Claro que existem alguns problemas e questões, como, por exemplo, a falta de trabalho, algumas incompreensões, principalmente dos serviços municipais, mas, com tempo e a ajuda de D’us tudo se conseguirá. 
Existem muitos projectos e ideias que se tentarão implementar, muito trabalho para fazer. Há que “meter as mãos na massa” e começar! Aliás, esta crónica é um desses passos. Pretende-se que aqui, neste espaço, se apresentem as ideias e as opiniões de alguém recém-chegado, sobre os mais variados temas, sejam da história – local e regional -, da cultura, da vida quotidiana, de Belmonte e dos seus cidadãos. Claro que a receptividade que este texto tiver, as ideias e opiniões de quem ler estas linhas, serão fundamentais para entender que temas serão mais importantes e apelativos para os leitores. Uma coisa é certa: aqui, em Belmonte, tento seguir as palavras do Rabi Tzvi Freeman: 
“As pessoas querem fugir de onde estão, para ir encontrar a sua Jerusalém – como se, em outro lugar, encontrassem a perfeição. Onde estiveres, faças aí o que fizeres, constrói aí mesmo, a tua Jerusalém”
Estive em Jerusalém várias vezes. É uma cidade linda, viva, cheia de cor e movimento, com a Torre de David e o Muro das Lamentações como “centro” espiritual de várias religiões. É a capital de Israel, indivisível, para todo o sempre. Irei lá sempre que puder. Mas é aqui, em Belmonte, entre serras e montanhas, em terras de Judeus e Templários, de tribunais da Inquisição e Navegadores, que pretendo e tento, todos os dias, construir a “minha” Jerusalém.
Possam os leitores, se assim o desejarem, acompanhar os passos de um viajante que aqui decidiu parar e viver."

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

The Road goes ever on...






"The Road goes ever on and on
Down from the door where it began.
Now far ahead the Road has gone,
And I must follow, if I can,
Pursuing it with eager feet,
Until it joins some larger way
Where many paths and errands meet.
And whither then? I cannot say” 

 J.R.R. Tolkien, The Fellowship of the Ring



segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Novo regresso...


Quase dois anos e meio passaram desde a anterior publicação. O "Memórias e Novidades" pretende (vamos a ver se consegue...) regressar, com nova imagem e novas ideias, embora (sempre) eivadas dos mesmos princípios filosóficos, éticos e estéticos de sempre. O "Memórias" muda a apresentação, mas não os ideais.
Dois anos e meio mais tarde, o escriba não vê "imensos campos de alfazema", mas presencia o espraiar do Vale do Zêzere e calcorreia os caminhos por terras de Judeus e Templários...
Aqui, por onde passaram Centuriões Romanos, Celtas, Judeus e Cristãos, onde Viriato e seus seguidores combateram o ocupante, onde as janelas e portas se fechavam e se falava em murmúrios quando passavam os inquisidores, onde os lobos e os linces caçavam, sob o olhar atento dos milhafres e das águias, aqui, onde a neve embranquece a paisagem, o autor destas letras encontrou o seu "refúgio"...

domingo, 20 de setembro de 2015

Home is where your heart is




Home is where the heart is



Rain falls
Small drops running 
down the windshield
down your heart
Make you shiver
You close your eyes
and when you open them
you don't know
if the drops are 
from the rain
or from the tears.





Either way
remember
always remember:
even in the darkest hour
even if your tears are
far more than the rain drops
You´ve a place
You've a place
Waiting...
Where your heart is
Home...
where your heart is








Where you´ll be warm
and conforted
and loved

Where your heart is
Waiting...
Where your heart is
Home...

Look...
It rains no more
The sun is bright
Shining the gray waters
Amid the grizzly clouds



Look East
Where you´ll be warm
and conforted
and loved

Where your heart is
Waiting...
Where your heart is
Home...




quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Histórias de Marinheiros




UN POEMA DE AMOR 





No sé. Lo ignoro.
Desconozco todo el tiempo que anduve
sin encontrarla nuevamente.
¿Tal vez un siglo? Acaso.
Acaso un poco menos: noventa y nueve años.
¿O un mes? Pudiera ser. En cualquier forma,
un tiempo enorme, enorme, enorme.



Al fin, como una rosa súbita,
repentina campánula temblando,
la noticia.
Saber de pronto
que iba a verla otra vez, que la tendría
cerca, tangible, real, como en los sueños.
¡Qué explosión contenida!
¡Qué trueno sordo
rodándome en las venas,
estallando allá arriba
bajo mi sangre, en una
nocturna tempestad!
¿Y el hallazgo, en seguida? ¿Y la manera
de saludarnos, de manera
que nadie comprendiera
que ésa es nuestra propia manera?
Un roce apenas, un contacto eléctrico,
un apretón conspirativo, una mirada,
un palpitar del corazón
gritando, aullando con silenciosa voz.


Después
(ya lo sabéis desde los quince años)
ese aletear de las palabras presas,
palabras de ojos bajos,
penitenciales,
entre testigos enemigos.
Todavía
un amor de «lo amo»,
de «usted», de «bien quisiera,
pero es imposible»... De «no podemos,
no, piénselo usted mejor»...
Es un amor así,
es un amor de abismo en primavera,
cortés, cordial, feliz, fatal.
La despedida, luego,
genérica,,
en el turbión de los amigos.
Verla partir y amarla como nunca;
seguirla con los ojos,
y ya sin ojos seguir viéndola lejos,
allá lejos, y aun seguirla
más lejos todavía,
hecha de noche,
de mordedura, beso, insomnio,
veneno, éxtasis, convulsión,
suspiro, sangre, muerte...
Hecha
de esa sustancia conocida
con que amasamos una estrella.

Nicolás Guillén




segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Uma folha em branco (no azul)






Uma folha em branco
Para ser preenchida
Não sei que escreva
Não sei que diga

Que dizer?
Dos mares navegados?
Que contar?
Das terras percorridas?

Do sol e do sal
dos risos, poucos
das lágrimas, muitas
do calor das areias
que queimam os pés
dos gelos que entorpecem
até te enroscares numa toca
e esperar pelo fim...

Brisas suaves
ventos cálidos
Tempestades terríveis
Ondas alterosas...




Onde?
Onde o calor que aquece o coração?
Onde a brisa que agita os cabelos?
Onde o mar que te adormece
no marulhar das ondinhas?
Onde?
Onde o farol que rasga
a escuridão?
Que te guia, protector, a bom porto?
Onde a luz que te ilumina o pensamento?
Que te tráz entendimento?
Onde as páginas
que não estão em branco?
Onde?




Sobes ao mastro mais alto
e que vez?
Águas cinzentas, agitadas
Céus plúmbeos, anunciadores de chuva
Ventos fortes que te agitam
E ameaçam fazer cair
Vagas enormes
Montanhas de água
Coroadas de espuma
Abatendo-se no convés
tonitruantes, terríveis

Onde?
Onde um pouco de terra
um baixio
um escolho
onde possas ancorar?
Não há!
E agarras-te ao mastro
com a força do desespero
procurando furar a escuridão
com a luz dos teus olhos

Mas os teus olhos
já perderam a luz...
Esmoreceu,lentamente
Desvaneceu, nos longos anos
Perdeu-se...
Anda, agora, nos gritos das gaivotas
Nas asas dos albatrozes
Pairando
num outro mar
num outro vento
Talvez mais azul
Talvez mais brando

E olhas, mais uma vez
Num olhar último.
Suavemente, numa carícia
sentes a madeira húmida
do mastro
E num suspiro abres as mãos...







sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

(Quase) Diário de um candidato a converso -4


Sente-se o calor do Sol, mas corre um vento fresco que, de vez em quando, provoca um ligeiro arrepio.
A baía de Cascais espraia-se perante mim. À minha esquerda estende-se Lisboa e as suas colinas. À minha direita a estrada para a Boca do Inferno.





Bancos de madeira, um quiosque, uma roda gigante. Os ramos das palmeiras agitam-se um pouco. Recordo Otis Redding, cantando "The Dock of the Bay" enquanto aguardo que as horas passem, para assistir ao acendimento da sétima vela do Hanukkah.

Enquanto espero, cruzam.se dezenas de pensamentos, dezenas de emoções. Recordo o encontro de ontem...pela primeira vez, em muitos, muitos, anos, senti-me "em casa", acolhido, quente, confortável. A conversa fluíu sem problemas, sem constragimentos, entre risos e lágrimas, hesitações e certezas, pensamentos e emoções, num amálgama indiscritível.
Saí do encontro mais forte, com mais certeza. Sinto que esta minha vontade é, também, a vontade d'Ele.
O caminho  vai ser longo, difícil, penoso, mas embora os pés fiquem cansados, doloridos, cheios de feridas, cada passo em frente será um passo de contentamento, maravilha e alegria.
Baruch Adonai Eloheinu!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Poemas de Amor e Revolta II


TU RISA
Quítame el pan si quieres,
quítame el aire, pero
no me quites tu risa.
No me quites la rosa,
la lanza que desgranas,
el agua que de pronto
estalla en tu alegría,
la repentina ola
de planta que te nace.
Mi lucha es dura y vuelvo
con los ojos cansados
a veces de haber visto
la tierra que no cambia,
pero al entrar tu risa
sube al cielo buscándome
y abre para mí
todas las puertas de la vida.


Amor mío, en la hora
más oscura desgrana
tu risa, y si de pronto
ves que mi sangre mancha
las piedras de la calle,
ríe, porque tu risa
será para mis manos
como una espada fresca.
Junto al mar en otoño,
tu risa debe alzar
su cascada de espuma,
y en primavera, amor,
quiero tu risa como
la flor que yo esperaba,
la flor azul, la rosa
de mi patria sonora.
Ríete de la noche,
del día, de la luna,
ríete de las calles
torcidas de la isla,
ríete de este torpe
muchacho que te quiere,
pero cuando yo abro
los ojos y los cierro,
cuando mis pasos van,
cuando vuelven mis pasos,
niégame el pan, el aire,
la luz, la primavera,
pero tu risa nunca
porque me moriría. 
 
                    Pablo Neruda
 
 
 
 

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Poemas de Amor e Revolta I


 Soneto do amor e da morte

 quando eu morrer murmura esta canção
 que escrevo para ti. quando eu morrer
 fica junto de mim, não queiras ver
 as aves pardas do anoitecer
 a revoar na minha solidão.

 quando eu morrer segura a minha mão,
 põe os olhos nos meus se puder ser,
 se inda neles a luz esmorecer,
 e diz do nosso amor como se não

 tivesse de acabar, sempre a doer,
 sempre a doer de tanta perfeição
 que ao deixar de bater-me o coração
 fique por nós o teu inda a bater,
 quando eu morrer segura a minha mão.

Vasco Graça Moura, in "Antologia dos Sessenta Anos"









quinta-feira, 27 de novembro de 2014

(Quase) diário de um candidato a converso -3



                                                            My heart is in the East

    My heart is in the east, and I in the uttermost west—
    How can I find savour in food? How shall it be sweet to me?
    How shall I render my vows and my bonds, while yet
    Zion lieth beneath the fetter of Edom, and I in Arab chains?
    A light thing would it seem to me to leave all the good things of Spain—
    Seeing how precious in mine eyes to behold the dust of the desolate sanctuary.

 Yehuda HaLevy, XIIth Century

                                                                       Translated by Nina Salaman      







                                                                                     





quarta-feira, 26 de novembro de 2014

(Quase) diário de um candidato a converso -2



Por Rabino Avraham Steinmetz
Publicado na BC News junho, 2014


(...)para os religiosos judaísmo não é uma nacionalidade, não se trata de tradição, também não é uma cultura, nem uma raça. Ser judeu é pertencer a uma família, faz parte do DNA espiritual, e simplesmente não há como produzir isso.

Lembro-me das palavras do Rebe sobre conversão. “Depois que uma pessoa se converte, devemos reconhecer que o que de fato houve não foi uma conversão. Não existe isso de conversão – a palavra conversão supõe uma mudança – e não ocorreu qualquer mudança com esse indivíduo.”

O Rebe continua a explicação da seguinte maneira: em hebraico há palavras e seus antônimos que invariavel- mente originam-se de raízes distintas. Por exemplo, um servo que se tornou livre é eved shenishtachrer, diferentes raízes para eved (servo) e nishtachrer (libertado). Ou como o Rebe disse, “um homem pobre que ficou rico” – “oni shenish’asher”: novamente duas raízes: oni (um homem pobre) e ashir (rico).

Mas quando se trata de conversão, sempre consta ger shenitgaier; as raízes são idênticas, o que significa um convertido que se converte em vez de goy shenitgayer (um gentio que se converte). Portanto, quando uma conversão se dá de acordo com a lei judaica, devemos entender que trata-se de uma alma que sempre foi judia. Nada foi convertido, nada mudou. Por razões conhecidas pelo Todo-Poderoso, essa alma esteve encarcerada na conjuntura de uma mãe não-judia, e esse é o seu teste, a sua missão. Como há uma centelha judaica dentro dela que busca ser judia, após sua conversão reconhecemos que ela sempre foi judia.

Segundo o Código de Leis do Judaísmo, somos exortados a honrar um convertido mais do que um indivíduo que nasceu judeu, pois sua alma passou por uma prova muito mais rigorosa. O Rebe afirmava que um candidato à conversão deveria ser encaminhado a um rabino versado nas leis de conversão, pois saberemos se aquela alma é de fato judia somente quando a conversão é feita de acordo com a lei judaica. Esse é o único mecanismo externo de que nós, mortais, dispomos para entender algo de natureza espiritual, se a alma é ou não judia, pois se a conversão não for “casher”, i.e. feita em conformidade com a lei – halachá, jamais saberemos. Não é justo para com o próprio “convertido”, pois nem mesmo ele saberá quem realmente é. (...)

Texto extraido de "A Crise da Conversão - Quem é o Vilão?" que pode ser lido, na íntegra em:

http://www.pt.chabad.org/library/article_cdo/aid/2651533/jewish/A-Crise-da-Converso-Quem-o-Vilo.htm